Passeio do Brasília Capital Moto Week leva milhares de motos às ruas

O tradicional desfile pelos pontos turísticos da capital federal marca o ápice do evento

Nos últimos dias, Brasília foi a casa dos amantes da cultura da motocicleta. A cidade sediou o Brasília Capital Moto Week desde a quinta-feira (18/7). O evento é o maior festival do gênero da América Latina e leva milhares de pessoas ao Parque de Exposições da Granja do Torto. 

 Na tarde deste sábado —  último dia da festa —, ocorreu o tradicional passeio mobilístico pelas ruas de Brasília. Milhares de motos participaram do desfile. Ao longo do trajeto, estavam os principais pontos turísticos de Brasília, como o Memorial JK, a Catedral Metropolitana, a Praça dos Três Poderes  e a Ponte JK. O aposentado Sérgio Guimarães, 73 anos, não falta a nenhuma edição do Brasília Capial Moto Week e eleogia a organização do festival. “É uma grande festa, uma confraternização entre os motociclistas e com a minha família, que está sempre junto”, comenta. 

A paixão por moto, conta, vem desde a adolescência. Depois da aposentadoria, aproveitou para viajar, sobre duas rodas, ainda mais. “Estamos sempre na estrada, conhecendo pessoas, lugares, minha última viagem foi para o Mato Grosso”, lembra. As mulheres também marcam presença no festival. A enfermeira Fernanda Silva dos Santos, 37, veio ao evento pela terceira edição, neste ano. “Amo moto desde criancinha, meu pai era motociclista, acho que está no sangue”, diz. “Esse evento promove muitos encontros, conversas e podemos conhecer as novidades do mercado também.”

Show de encerramento
Para fechar o Brasília Capital Moto Week, a banda mineira de pop rock Jota Quest se apresentou a partir das 23h45, no Parque de Exposições da Granja do Torto. O show que contou com os principais hits dos mais de 25 anos de carreira, como Fácil, Na moral e Encontrar alguém. 
O Jota está em turnê com o disco Acústico Jota Quest — Músicas para cantar junto (2017), mas para o festival o show vai ter também versões agitadas e elétricas de sucessos do grupo, que tem relação forte com a capital. “Brasília sempre foi muito especial para nós da banda. Eu mesmo já morei aí no final da década de 1970 até início dos anos 1980. PJ, o baixista, também”, diz o tecladista da banda, Márcio Buzelin. “Existe um movimento cultural e social muito intenso na cidade. Cada cidade tem a sua energia. A de Brasília é muito forte.”

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