Especial: Dicas para lavar sua motocicleta

d4

 

Lavar a moto é uma tarefa mais fácil do que parece. Tomando alguns cuidados e usando os produtos certos, não é necessária prática ou mesmo grande habilidade para a moto ficar “tinindo”. Durante o trato, é possível, inclusive, dar uma boa checagem visual (e manual) no estado mecânico geral da sua moto. Parafusos e suportes soltos, além de cabos e mangueiras muito gastos são alguns dos exemplos.
Confira dez dicas para lavar sua moto sem pressa, e do jeito certo:
1 – Sombra – Faça a lavagem na sombra, sob risco da espuma secar e manchar pintura ou plásticos. Com o motor frio (ou quase), molhe a moto. Para lavá-la, utilize bucha macia ou luva para lavagem, além de xampu específico – produtos normalmente usados para lavar carros.

2 – Por onde começar – Segundo Carlos “Sapolius”, da lavadora paulistana que leva seu apelido; “o ideal é começar a lavar a moto pelas partes mais altas e as laterais, pois se aproveita a espuma que escorre para ir agindo na parte mecânica e rodas”. Comece esfregando carenagens, painel e lentes, vá para o banco e depois a “rabeta” e a área da placa; locais que costumam ter mais resíduos.

3 – Sem jato forte – 
Evite jogar água diretamente em chicotes e parte elétrica/injeção. No caso de escapes com saídas para cima, melhor tapar o orifício com estopa ou pano. Caso use lavadora de alta pressão, regule a abertura do leque d’água para perto de um metro.

4 – Por partes – 
Se a moto for grande, faça a lavagem por partes, jogando água para enxaguar bem a região que já recebeu uma boa esfregada.

5 – Detalhes – 
Na parte mecânica, normalmente com graxa e sujeira mais “grossa”, o ideal é usar um pincel ou brocha com cerdas mais firmes. Se o xampu não der conta dos resíduos, pode-se adicionar um pouco de querosene para dissolver a “casca” formada.

6 – Rodas – 
Se as rodas estiverem muito sujas – caso dos modelos com raios – pode-se fazer uso de palha de aço mais fina, embebida em saponáceo cremoso, ou mesmo xampu com querosene. Gire cada roda para limpá-la por completo, e aproveite para esfregar também os cubos e sistema de freio. As bengalas devem ser lavadas com bucha ou pincel, pois acumulam bastante resíduos.

7 – Balança e relação – 
Ao realizar uma lavagem mais profunda, o expert aconselha a “lavar a balança, corrente e coroa traseira em separado. Neste caso, deve-se fazer uso de querosene ou desengraxante específico”, completa. Após intervalos maiores, vale retirar a capa do pinhão para sua limpeza. Use o pincel com querosene para retirar a graxa que acumulou e secou e depois lubrifique os dentes do pinhão.

8 – Partes plásticas – 
Seque todas as partes plásticas e lentes com um pano macio. Saia para uma rápida volta a fim de secar o conjunto mecânico e freios – que pedem atenção por estarem molhados e mais “fracos” que o normal.

9 – Corrente – 
A corrente deverá ser lubrificada com óleo específico; aproveite também e puxe o cabo da embreagem e pulverize óleo desengripante em spray. Os pneus não devem receber “pretinho”, que pode escorrer para as bandas de rodagem e levar a quedas. Espalhe no máximo um pouco de silicone em gel nas laterais dos pneus.

10 – Tapa final – 
Com a moto limpa e seca é possível enxergar melhor possíveis riscos ou manchas na pintura e plásticos. Use estopa ou algodão com cera polidora – do tipo alto brilho para os plásticos – e faça movimentos firmes e circulares em pequenas áreas. Retire a “pasta” com estopa ou algodão limpo. No caso do assento, o uso de hidratante corporal (ou para couro, no caso das custom) é aconselhável para conservá-lo. Se for rodar em seguida, passe uma toalha de papel para retirar o excesso.

Agradecimento e Serviço: www.sapolius.com.br

Texto: Guilherme Silveira/ Agência INFOMOTO
Fotos: Doni Castilho/ Agência INFOMOTO

Fonte:
Agência Infomoto

 

d1

d2

d3

d4

d5
d7

d8

d9

d10

d11

d12

d13

Deixe já o seu comentário

%d blogueiros gostam disto: