Harley-Davidson comemora a marca de 5 milhões de motocicletas produzidas

Prestes a lançar sua aguardada versão elétrica, a Harley-Davidson comemora a marca de 5 milhões de motocicletas produzidas em sua fábrica na Pensilvânia

Foi em Milwaukee, cidade a duas horas de carro de Chicago, no centro-oeste americano, que a Harley-Davidson nasceu, em 1903. É lá que fica o museu que rememora a história da montadora. Exibe desde os modelos primitivos, que mais se assemelham a bicicletas, até os criados para as duas grandes guerras e os top de linha da marca, que virou sinônimo de motoqueiros barbudos vestidos de couro e com cara de poucos amigos – sim, o museu magnetiza dezenas deles diariamente.

Mas é em York, na Pensilvânia, que a Harley concentra sua produção. A fábrica nessa cidade foi criada em 1973. No mês de maio, ela comemorou a impressionante marca de 5 milhões de motocicletas produzidas – via de regra, imponentes, ruidosas e sedentas por combustível. A montadora, no entanto, acelera para se adequar aos novos tempos, que exigem modelos mais sustentáveis. Sua aguardada versão elétrica, a LiveWire, também produzida na fábrica de York, começa a ser vendida nos Estados Unidos, no Canadá e em alguns países da Europa no mês que vem – as vendas nos demais cantos do mundo, como o Brasil, vão começar entre 2020 e 2021.

A LiveWire dispensa embreagem ou troca de marchas para sair do lugar – basta girar o acelerador. Vai de 0 a 100 quilômetros por hora em 3 segundos e de 100 a 129 quilômetros por hora em 1,9 segundo. A autonomia da bateria, que leva uma hora para ser carregada completamente, oscila entre 152 e 235 quilômetros. Nos Estados Unidos, o modelo custa a partir de US$ 29,799. A meta da Harley-Davidson é liderar o segmento de motocicletas elétricas com a novidade. Seu ousado plano para 2027 é conquistar 2 milhões de novos pilotos e lançar até 100 novas motocicletas de impacto. Trabalho na fábrica de York não vai faltar. harley-davidson.com

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