Um festival só para as motocicletas

Brasília recebe o Capital Moto Week

Na próxima semana, Brasília recebe o Capital Moto Week, maior festival de motocicletas da América Latina. De 18 a 27 de julho, o evento deve receber mais de 300 mil motos. De acordo com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), em junho, foram produzidas 67.991 motocicletas, correspondendo a uma alta de 35,4% sobre o mesmo mês de 2018 (50.208 unidades). A produção nacional de motocicletas aumentou 8,4% no primeiro semestre deste ano, totalizando 536.955 unidades. No mesmo período do ano passado, foram produzidas 495.420 motocicletas.


Com a expectativa de 700 mil pessoas de diversas partes do mundo, já confirmaram presença motociclistas de Portugal, Chile e Uruguai no Brasília Capital Moto Week. A 16ª edição conta com mais de 50 shows e nomes como Biquini Cavadão, Jota Quest, CPM 22 e o novo projeto Tamo Aí na Atividade: Celebração a Charlie Brown Jr, que reúne os integrantes originais da banda. No show do Tamo Aí na Atividade, marcado para o dia 20, as participações especiais serão: Di Ferreo, Gabriel O Pensador e o vocalistas do Mike Muir, do Suicidal Tendencies.

Rumo ao Lixo Zero

Pelo terceiro ano consecutivo, o Brasília Capital Moto Week fechou parceria da ONG Neutralize Carbono, empresa pioneira na neutralização de emissões com créditos de carbono. A ideia é que nesta edição seja conquistado o selo de Lixo Zero. Ano passado o número atingiu 78,16% de destinação correta dos resíduos. Para este ano, com campanhas de conscientização e ações sustentáveis dentro do evento, a expectativa é que a gente ultrapasse os 90%. Uma novidade para esta edição é a parceria com o Eco Copo. “Com essa parceria, serão menos 1 milhão de copos descartáveis no mundo”, diz Juliana Jacinto. Outra ação que acontecerá no evento é a meia-entrada para quem levar lixo eletrônico. “Ano passado recebemos meia tonelada de lixo eletrônico e conseguimos doar computadores recondicionados para incentivar as inclusões digitais em Escolas Públicas”, conta Juliana Jacinto. E não é só lixo eletrônico que paga meia-entrada, quem levar 1 kg de alimentos não perecíveis também.

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